Questão 7

Os epílogos dos romances Iracema e O Guarani de José de Alencar e o fragmento de Maíra de Darcy Ribeiro (autores identificados com a temática de fundação do nacional - séculos XIX e XX) podem ser considerados metáforas para a compreensão de nossa origem. 

Era sempre com emoção que o esposo de Iracema revia as plagas, onde fora tão feliz e as verdes folhas a cuja sombra dormia a formosa tabajara. 

Muitas vezes ia sentar-se naquelas doces areias, para cismar e acalentar no peito a agra saudade. A jandaia cantava ainda no olho do coqueiro; mas não repetia já o mavioso nome de Iracema. 

Tudo passa sobre a terra. 

José de Alencar. “Iracema”. 

O hálito ardente de Peri bafejou-lhe a face. 

Fez-se no semblante da virgem um ninho de castos rubores e lânguidos sorrisos: os lábios abriram como as asas purpúreas de um beijo soltando o voo. 

A palmeira arrastada pela torrente impetuosa fugia... 

E sumiu-se no horizonte... 

José de Alencar. “O Guarani”. 

Afinal, tudo está claro. Na verdade apenas representei e ainda represento aqui um papel, segundo aprendi. Não sou, nunca fui nem serei jamais Isaías. A única palavra de Deus que sairá de mim, queimando a minha boca, é que eu sou Avá, o tuxauarã, e que só me devo a minha gente Jaguar da minha nação Mairum. 

Darcy Ribeiro

Pela leitura desses fragmentos constata-se que os textos de José de Alencar e Darcy Ribeiro traduzem, sob pontos de vista diferentes: 

a)
b)
c)
d)
e)
Carregando equações...
Já é cadastrado? Faça o Login!